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Periodical volume 15. Februar 1905

Full text: Amtliche Berichte über die Verhandlungen der Charlottenburger Stadtverordneten-Versammlung in den öffentlichen Sitzungen Issue 1905

w a s  m a n  a u s  d e m  §  1 u n s  g e g e n ü b e r ,  d e n  K o m ­ würde eine klare Scheidung bringen zwischen staat­
m u n e n  g e g e n ü b e r ,  h e r a u s l e s e n  k ö n n t e ,  e b e n  d u r c h  d e n  licher Kompetenz und  der Kompetenz der städtischen 
§  3 k l a r  u n d  d e u t l i c h  a u f g e h o b e n  w i r d .  I c h  g l a u b e  Organe. E r  würde vor allen D in gen  eine städtische 
n i c h t  —  ich h o f f e  n i c h t  —  n a .  ich w i l l  m a l  s a g e n :  V erw altungsdepu ta l ion  schaffen.
ich g e b e  m i c h  n o c h  i m m e r  d e r  l e i s e n  H o f f n u n g  h in ,  N u n  sagt der H err  Oberbürgermeister, es läge 
e s  n i c k t  z u  e r l e b e n ,  d a ß  v o n  l i b e r a l e r  S e i t e  selbst ein Widerspruch in meinen W oiten . daß  ich in  dem­
d a s  G e s e tz  v o n  1 8 7 2  so g e d e u t e t  w i r d ,  b a j z b e r  § 3  d e s  G e ­ selben Atem, in dem ich betonte, eine Entwickelung 
se tzes  n i c h t  e x i s t i e r t .  F r e i l i c h  sch ien  m i r  e i n  l e i s e r  unseres städtischen Volksschulwesens setze ei» mit 
A n s a t z  d a z u  h e u t e  s c h o n  g e m a c h t  z u  s e in . dem Augenblick, wo die städtische Selbstverwaltung 
( S t a d t v .  D r .  C r ü g e r :  K e i n  W o r t !) sich unseres Volksschulwesens angenom m en habe, —  daß 
D e r  H e r r  K o l l e g e  D r .  C r ü g e r  h a t  d a n n  w e i t e r  m e i n e  ich m it  demselben Atem  diese S elbs tverw altung  aus  
A u s f ü h r u n g e n  a l s '  u n f r u c h t b a r  h i n g e s t e l l t ,  w e i l  j a  i n  den Volksschulen beseitigen wolle. M e in e  Herren, 
k e i n e r  W e i s e  v o n  m i r  d a r g e l e g t  sei, w i e  m a n  d e n n  wo habe ich denn das  gesagt? W o  liegt denn das 
n u n  e i n e n  R e c h t s w e g  b k s c h r e i t e n  k ö n n t e .  H e r r  K o l l e g e  in meinem  Vorschlage? S o n d e rn  ganz im G  geuteil: 
D r .  C r ü g e r  g i n g  j a  a u c h  a u f  d i e  F r a g e  d e r  S c b u l -  in meinem  Vorschlage liegt, die städtische D ep u ta t io n ,  
h ä u s e r  m i t  e i n  u n d  m e i n t e ,  w i r  h ä t t e n  u n s  b e m ü h t ,  die sich m it  den äußeren  Angelegenheiten der Volks­
e i n e n  R e c h t s w e g  z u  f i n d e n ,  d e r  R e c h t s w e g  sei  a b e r  schule beschäftigt, einzurichten! Und nach der N a tu r  
v o l l k o m m e n  a u s g e s c h l o s s e n .  J a ,  m e i n e  H e r r e n ,  g e r a d e  der D in ge  ist es eben absolut unmöglich, fü r  den 
d e r  W e g ,  d e n  ich  I h n e n  g e w i e s e n  h a b e ,  d e r  W e g ,  S t a a t  unmöglich —  ich sagte ja  ausdrücklich: der 
d e n  S i e  b r s c h r e i t e n  w ü r d e n  d u r c h  A n n a h m e  m e i n e ?  M in is te r  kann ebensowenig die tatsächlichen V e r ­
A n t r a g e s ,  w ü r d e  j a  d i e  R e c h t s f o n t r o l l e  e r m ö g l i c h e n .  hältnisse durch papierne V erordnungen  ändern , wie 
D e n n ' m i r  ist c s  i n  m e i n e n  g a n z e n  A u s f ü h r u n g e n  wir durch P ro tes te  Tatsachen a u s  der W elt  schaffen 
a u c h  n i c h t  m i t  e i n e m  W o r t e  e i n g e f a l l e n ,  a u c h  n i e m a l s  —  es ist durch die Logik der D inge  tatsächlich u n ­
is t  m i r  d e r  G e d a n k e  g e k o m m e n ,  i r g e n d w i e  z u  b e ­ möglich. die Volksschule an ders  zu verwalten  a ls  
s t r e i t e n .  d a ß  e i n e  S t a a t s a u f s i c h t  g a n z  a l l g e m e i n  u n te r  M itw irk un g  der Gem einden . H err  G ehe im ra t  
g e g e n ü b e r  d e n  K o m m u n e n  b e s t e h t .  W a s  ich b e s t r e i t e ,  v. L isz t  ha t  vollkommen recht, wenn er sagt:  keine 
ist, d a ß  d i e  S c h u l a u f s i c h t  e t w a s  a n d e r e s  is t  a l s  d ie  S ta a ts v e rw a l tu n g ,  möge sie getragen sein von B e ­
a l l g e m e i n e  S t a a t s a u f s i c h t  g e g e n ü b e r  d e n  K o m m u n e n .  strebungen, wie sie wolle, keine S ta a ts v e rw a l tu n g  
D i e  a l l g e m e i n e  S t a a t s a u f s i c h t  g e g e n ü b e r  d e n  K o m ­ könne absichtlich einen Weg verfolgen —  m it  Absicht, 
m u n e n  ist a b e r  m i t  R e c h t s g a r a n t i e n  u m g e b e n ,  u n d  a u s  Schikane einer S t a d t  gegenüber — , d as  Volksschul­
g e g e n  M a ß n a h m e n  d e r  S t a a t s a u f s i c h t s b e h ö r d e  h a b e n  wesen einer S t a d t  zu ru in ieren . M e in e  H erren , 
i v i r  a l l e r d i n g s  e i n e n  R e c h t s w e g .  G e g e n  M a ß n a h i n e n  mein  V e r t ra u e n  zu den preußischen M in is te rn  ist ja  
d e r  s o g e n a n n t e n  S c h u l a u f s i c h t s b e h ö r d e  h a b e n  w i r  recht gering; aber dieses V e r t ra u e n  zu preußischen 
k e in e n  R e c h t s w e g ,  u n d  ich b e h a u p t e t e  n u r .  d a ß  d ie se  M in is te rn  habe ich dann  doch, daß sie nicht absicht­
S c h u l a u f s i c h t ,  d iese  s o g e n a n n t e  S c h u l a u f s i c h t  i r g e n d  lich einen Weg verfolgen wollen, a u s  Schikane gegen 
e i n e  gesetzliche G r u n d l a g e  n i c h t  h a t . eine S t a d t  deren Volksschulwesen zu ru in ieren . 
D e r  H e r r  O b e r b ü r g e r m e i s t e r  h a t  m e i n e  g e s a m t e n  Ich  glaube allerdings , daß  der Regierung  durchaus 
j u r i s t i s c h e n  A u s f ü h r u n g e n  a l s  d u r c h a u s  u n j u r i s t i s c h  d aran  gelegen ist, daß das  Volksschulweseu sich ent
b e z e i c h n e t .  I c h  k a n n  j a  i m  e i n z e l n e n  b e i  d e r  v o r ­ wickelt, daß  das  städtische Volksschulwesen sich ent­
g e r ü c k te n  Z e i t  n i c h t  n o c h  e i n m a l  a u f  d ie s e  A u s ­ wickelt, und  daß  d a ra u s  auch die B em ühungen  der 
f ü h r u n g e n  s ä m t l i c h  e i n g e h e n .  W a s  d e r  H e r r  O b e r ­ Regierung  stammen, m i t  der S t a d t  C harlo ttenburg  
b ü r g e r m e i s t e r  d a g e g e n  a n f ü h r t e ,  w a r  d u r c h a u s  zu einem F r iede n  zu kommen.
u n z u t r e f f e n d  u n d  n i c h t  d u r c h s c h l a g e n d .  A b e r  w e n n  Aber deswegen, weil ich das  glaube, und weil 
d e r  H e r r  O b e r b ü r g e r m e i s t e r  m i r  v o r w a r f ,  ich h a b e  ich weiß, daß  eine solche Entwickelung des Bolks- 
n i c h t  " d i e  p r e u ß i s c h e  V e r f a f f u n g  a n g e f ü h r t ,  u n d  d a s  schulwesens ohne M itw irkung  der G em einden u nm ö g ­
sei doch  a u ß e r o r d e n t l i c h  b e z e i c h n e n d ,  n u n ,  so w i l l  ich,  lich ist, deswegen habe ich auch nicht die geringste
w e n n  d e r  H e r r  O b e r b ü r g e r m e i s t e r  d a s  a l s  e i n e n  Furcht, daß eine Auflösung der staatlich-städtischen
M a n g e l  e m p f i n d e t ,  d e m  n a c h k o m m e n  u n d  w i l l  d ie  Schuldeputa tiou . —  dieser S chuldepu ta tion . von der 
b e t r e f f e n d e n  S ä t z e  d e r  V e r f a s s u n g  e b e n  a u c h  a n ­ niem and recht weiß, roa§_ sie ist. und  w a s  sie sein 
f ü h r e n . soll, wem sie unterstehen soll —  d aß  durch die A uf­
I n  d e r  V e r f a s s u n g  ist doch  n u r  d i e  R e d e  d a v o n  —  lösung dieser D e p u ta t io n  ein Schaden  für  unsere 
A r t .  2 4  — , d a ß  d ie  ö f f e n t l i c h e »  u n d  p r i v a t e n  U n t e r ­ Volksschule entstehen sollte. D ie  re in  städtischen 
r i c h t s -  u n d  E r z i e h u n g s a n s t a l t e n  u n t e r  d e r  A u f s i c h t  D eputa t ionen ,  denen die äußeren Angelegen­
v o m  S t a a t e  e r n a n n t e r  B e a m t e n  s t e h e n .  E s  ist a l s o  heiten der Volksschulen unterstellt werden, m üßten  
n u r  v o n  d e r  a l l g e m e i n e n  S t a a t s a u f s i c h t  d i e  R e d e ,  zur V erw a ltu ng  auch der inneren  Angelegenheiten 
d i e  a l s  b e s t e h e n d  z u  b e s t r e i t e n  m i r  j a  i n  k e in e r  herangezogen werden, und  zw a r  vom S t a a t e  heran­
W e i s e  e i n g e f a l l e n  ist.  A b e r  w e i t e r  s t e h t  i n  d e r  V e r ­ gezogen werden, und  eben schon deswegen herange­
f a s s u n g  a l l e r d i n g s  a u s d r ü c k l i c h : zogen werden, weil, meine H erren , es keine reinliche 
D i e  L e i t u n g  d e r  ä u ß e r e n  A n g e l e g e n h e i t e n  Scheidung zwischen äußeren  u nd  inneren  A ngelegen­
d e r  V o l k s s c h u l e  ' s t e h t  d e r  G e m e i n d e  z u .  D e r  heiten der Schule gibt. E ine  zutreffende D efin ition , 
S t a a t  s te l l t ,  u n t e r  gesetz lich  g e o r d n e t e r  B e ­ w a s  eine äußere, w as  eine innere Angelegenheit der 
t e i l i g u n g  d e r  G e m e i n d e n ,  a u s  d e r  Z a h l  d e r  B e ­ Schule ist. zu geben, w äre vollkommen unmöglich.
f ä h i g t e n  d i e  L e h r e r  d e r  ö f f e n t l i c h e n  V o l k s ­ ( S t a d tv .  O t to :  S e h r  richtig!)
s c h u l e n  a n .
A l s o  a u c h  d ie  V e r f a f f u n g s u r k u u d e  s c h r e ib t  j a  a u s ­ E s  würde also natürlich zwischen dieser rein  städtischen 
d rü c k l ic h  d ie  L e i t u n g  d e r  ä u ß e r e n  _ A n g e l e g e n h e i t e n  V erw a l tu ng sd epu ta t ivn  und  den staatlichen O rg ane n  
d e r  S c h u l e n  d e n  G e m e i n d e n  z u .  A l s o ,  m e i n e  H e r r e n ,  zu Konflikten, zu R eibungen  komm en; d as  ist ganz 
w ü r d e  d e r  v o n  m i r  v o r g e s c h l a g e n e  W e g .  d e n  d e r  fraglos. Aber a u s  diesen Konflikten und  R eibungen  
H e r r  O b e r b ü r g e r m e i s t e r  a l s  e i n e n  u n p r a k t i s c h e n  b e ­ w ürde sich eben m it  innerer  Notwendigkeit eine stets 
z e i c h n e ! .  e b e n  e i n  d u r c h a u s  p r a k t i s c h e r  s e i n .  E r steigende und  stärker werdende Heranziehung
        
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